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Apresentação internacional com Citymakers Global, em 16/Out

Mais uma vez junto com Citymakers (via Kika Yang)

DOMINGO, 16 DE OUTUBRO DE 2022, 9hs (hr de Brasília)

Três facilitadores locais, múltiplas histórias inspiradoras de conexão e regeneração com a Água!

Casos em destaque:

Guilherme Castagna apresentará um encontro realizado recentemente no Brasil, em parceria com o Goethe Institute São Paulo, trabalhando em um bairro urbano local para diagnosticar e sonhar em como redesenhar uma praça pública com, e para água. Explorará também o caso de uma comunidade localizada no Alentejo, em Portugal, que iniciou um plano de transição da dependência total de poços profundos para abastecimento para uma paisagem exuberante criada com fontes de água domésticas: águas pluviais e águas cinzas.

Ani Kodjabasheva vem mostrar algumas das conquistas da The Collective Foundation unindo a sociedade civil, o setor privado, especialistas, ONGs, artistas e voluntários para transformar as margens do rio outrora abandonadas de Sofia em um vibrante espaço público reconectado à cidade. Batizado de Rivers of Sofia, o projeto é finalista do New European Bauhaus Prizes 2022 e ganhou o European Heritage Award/Europa Nostra Award 2022.

A Dra. Eva Sternfeld completa o círculo nos dando uma perspectiva da abordagem atual da gestão da água na China. Sinóloga e geógrafa de formação, sua pesquisa sobre o meio ambiente da China começou em 1980 e, nos anos 90, concentrou sua pesquisa de doutorado na crise hídrica em Pequim e nas políticas relacionadas à gestão da água. Por seis anos, coordenadora do Centro de Estudos Culturais em Ciência e Tecnologia da TU Berlin, desde 2018 ela mora novamente em Pequim e trabalha como consultora científica do Centro Agrícola Sino-Alemão.

Evento Online, com entrada gratuita através deste link do Zoom: https://lnkd.in/dDaq9UT7

ID da reunião: 858 1576 6460

Senha: 847504

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Lançamento da vídeo-aula de Aproveitamento de Água de Chuva no Dia da Água (22/Mar)

A Água é um presente do Céu à Terra. É ela que traz vida, movimento, fluidez, limpeza, abundância, conforto, leveza. Toda a Natureza celebra sua chegada, festeja com toda beleza que ela trás e se revigora!

Em tempos antigos, ou ainda hoje se considerarmos os povos mais ligados à terra, a chuva também era celebrada pelos humanos. Relacionavam as chuvas a divindades e cultuavam-nas. Tlaloc era o deus da chuva na cultura Asteca; Chi Sung Tzu estava presente na cultura chinesa; Agnikumara era quem controlava as chuvas para os povos hindus; os incas veneravam a Ilyapa e os maias, a Chiccan. Na Mesopotânia a deusa An era a criadora do universo e responsável pelas chuvas, para os Navarros o deus Tonenili controlava as chuvas e o deus Tienoltsodi distribuía esta água doce pela Terra. Estes são apenas alguns exemplos de centenas de deuses relacionados à chuva, mundo afora. 

Para os Navarros, um deus era responsável por distribuir a água pela Terra, isto reflete o quão importante era, para eles, esta distribuição, pois se ela fosse mal feita ocasionaria escassez e colocaria a todos em risco de morte. Os povos antigos, sabendo das dificuldades que uma eventual escassez de água traria, usavam estratégias para reter a água da chuva que lhes era ofertada pelos Céus. Como um presente, aquela água não poderia ser descartada ou simplesmente mandada embora – deveria ser valorizada e aproveitada ao máximo, com gratidão!

Cisterna em Jerusalém, cerca de 950 a. C.

No entanto, com o passar do tempo e o distanciamento do homem da Natureza, foi-se perdendo a noção da importância que a Água tem para nossas vidas. A Água deixou de ser percebida em seus ciclos e passou a ser notada apenas quando sai (ou deixa de sair) das torneiras. Passou a ser vista como algo trivial, não mais se reconhecendo o presente que ela é.

As cidades e as casas passaram a ser planejadas para mandar para longe a água da chuva, os rios foram cobertos e a água passou a ser algo distante da vida humana. O homem passou a se deparar com a água, no seu modo natural, apenas quando a chuva aparece, e a chuva passou a ser vista como um atrapalhamento, um desconforto. Os ciclos sumiram, as cidades secaram! Quem sabe se não são os deuses das chuvas tentando mostrar para nós, humanos, o valor que a água tem?

Se forem os deuses se manifestando, eles estão tendo bons resultados! Nos últimos anos a população, de modo geral, vem se atentando mais às questões que envolvem o cuidado e aproveitamento respeitoso das águas. O poder público vem, a passos lentos mas consistentes, liberando e incentivando a captação de água da chuva. O mundo vem percebendo a importância deste tema! E a Fluxus, há tempos, vem levantando esta bandeira!

E hoje, com grande alegria, trazemos mais uma iniciativa que nasce da parceria entre Guilherme Castagna e Caio Ferraz, o Instituto Nova Água

Já na sua inauguração um presente é trazido para todos nós: o vídeo “O que é preciso considerar para desenvolver um projeto de captação e aproveitamento de água de chuva” e uma cartilha chamada “Guia Prático para captação e aproveitamento de água de chuva”, que apoia o vídeo trazendo um aprofundamento teórico sobre dimensionamentos, equipamentos e assuntos necessários para se desenvolver um bom projeto.

Imagem ilustrativa do vídeo.

Com este material você vai aprender os princípios básicos para pensar um sistema de captação e aproveitamento de água de chuva. Vai ficar mais fácil entender a importância dos ciclos das chuvas na sua região, assim como conceitos sobre dimensionamento de cisterna e reservatório elevado, bombas, filtros e equipamentos de desinfecção; quais são as escolhas mais adequadas para cada caso, os cuidados necessários para que se tenha uma água de boa qualidade e, também, para que se faça um uso sem desperdício desta Água!

Agradecemos ao Sesc Vila Mariana pelo apoio e pela parceria! O vídeo foi produzido como parte da programação em Educação para Sustentabilidade do SESC Vila Mariana.

Acompanhe também os canais do Instituto Nova Água

Conheça mais sobre o trabalho de Caio Ferraz e da Meridiano Filmes

Feliz Dia Mundial da Água!

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Reservatórios Construídos com Materiais Alternativos

Já pensou em construir reservatórios com placas de pedras ou em madeira com capacidade para 500.000 litros, executados em 2 dias? Ou mesmo torres e reservatórios em formatos não-convencionais, em ferrocimento e outras técnicas?

Então, vem com a gente nesta quarta, dia 05/maio!

A convite da Fluxus, o Prof. Márcio Andrade fará conosco uma viagem ao longo de seus mais de 30 anos de experiência projetando e construindo reservatórios em todo o Brasil, com materiais diversos, em projetos de escalas variadas – de comunidades tradicionais de agricultores do sertão à empreendimentos comerciais de grande porte.

Márcio Andrade é atualmente pesquisador no Laboratório de Análise Ambiental (LAAm) da UFSC. Atuou como Responsável Técnico pelo Projeto Ferrocimento (UFC), foi pesquisador do LabEEE (UFSC) e professor do Curso de Especialização em Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial (UFSC).

A mediação será feita por Guilherme Castagna, da Fluxus.

Dia: 05/maio/2021, quarta-feira
Horário: 19:30 h (hora de Brasília, -3GMT)
Local: canal da Fluxus no YouTube – https://bit.ly/fluxus_youtube

Traga pipoca! E repasse para os amigos interessados!

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Comaru – Cooperativa Mista dos Produtores Extrativistas do Rio Iratapuru (2019 – 2021)

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Artigo sobre Manejo Integrado no Estádio de Brasília

Artigo sobre Manejo Integrado no Estádio de Brasília

O Portal AECWeb – O Portal de Arquitetura, Engenharia e Construção publicou como estudo de caso o projeto da Fluxus de manejo integrado de águas pluviais no Estádio de Brasília.

Vale ler o artigo e saber mais sobre o desenvolvimento desse projeto!

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