Bate-papo sobre novas relações com a água e exibição do filme Volume Vivo – SESC Vila Mariana (08/Jun, 19:30)

Acontece na próxima quarta às 19:30 no SESC Vila Mariana (SP), o evento O Destino de Nossas Águas, parte da série “Convocar Urbanos”, conjunto de atividades educativas e culturais integradas à exposição Provocar Urbanos: Inquietações sobre a Cidade, que propõe reflexões e ações sobre o direito pleno à cidade.

Neste dia será exibido o segundo episódio da série Volume Vivo, “Água de Dentro”, seguida por um bate-papo entre Guilherme Castagna, sócio-fundador da Fluxus e entrevistado no documentário, e o diretor Caio Ferraz, estimulando a reflexão sobre a crise de abastecimento que afligiu e continua presente na realidade de diversas cidades brasileiras, com o objetivo de promover a reflexão sobre os principais fatores que levaram à atual conjuntura, o papel dos diferentes atores (governo, empresas, indústrias e cidadãos) nesse processo, assim como colocar em pauta quais são as ações necessárias para o desenvolvimento de um plano de uso saudável e longevo de água para o presente e futuro nas cidades.

Web-série Volume Vivo

A web-série Volume Vivo vem mapeando as causas e possíveis soluções da crise de água na Grande São Paulo, desde o início da crise, em 2014. Financiada coletivamente, os dois primeiros episódios foram lançados em 2015 e outros dois irão ao ar neste ano. A intenção do projeto é deixar um registro de acesso gratuito (copyleft) desta longa e evitável crise de abastecimento de água que quase secou por inteiro os sistemas produtores de água: Cantareira e Alto Tietê. Além disto, espera-se colaborar, veiculando informações e alternativas, com uma mudança de consciência no nosso relacionamento com esse bem único que é a água.
A falta de transparência na gestão hídrica, a lógica da oferta inesgotável, a importância das florestas na produção de água e os pros e contras da privatização desse bem público, são
algumas das questões que a web-série Volume Vivo aborda em seus episódios temáticos.
O projeto independente é uma iniciativa de Caio Ferraz, diretor do documentário Entre Rios, que conta a história da cidade de São Paulo sob a perspectiva de seus rios e córregos.

.O evento é aberto ao publico, e não requer inscrição previa.

Mais informações:

http://sescsp.org.br/programacao/94645_O+DESTINO+DAS+NOSSAS+AGUAS

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Drenagem Urbana: Como desafogar as cidades (26/Abr, 8:30)

Resiliência é uma palavra que consta do vocabulário básico de todo estudante de ecologia, e que precisa urgentemente fazer parte do dia a dia de todos, em especial dos técnicos e gestores públicos responsáveis pelos recursos hídricos das centenas de municípios de nosso país. O termo, em ecologia, se refere à capacidade de um sistema voltar ao equilíbrio após uma perturbação. Neste sentido, e em respeito à crise hídrica que atinge o sudeste há anos, percebemos a enorme fragilidade dos sistemas de saneamento, ou sua total falta de resiliência, principalmente porque são tratados de forma isolada, e numa abordagem centralizada. Isolada porque separam-se a gestão dos serviços de abastecimento de água, tratamento de águas servidas, manejo de águas pluviais (comumente referido como “drenagem”), e de gestão dos resíduos sólidos, todos integrantes de uma mesma dinâmica. A “drenagem”, termo usado erroneamente para referenciar o manejo de água de chuva na cidade, também faz parte deste mesma visão equivocada de recorrer a grandes obras e soluções centralizadas para solução do problema das enchentes. Ora, se drenagem é a intervenção feita em um determinado ambiente para remover a água da forma mais eficiente e rápida possível, não é de se estranhar o fato de termos enchentes em pleno período de seca, afinal, isso acaba por conduzir toda água coletada (sem a menor consideração pela presença de poluentes diversos coletados em seu percurso), aos rios que desaguam rapidamente os volumes coletados nos fundos de vale. Além das enchentes a drenagem pura e simples, adotada como norma para a gestão de aguá de chuva, causa a poluição dos rios e demais corpos d’agua, e a “desidratação” das áreas atendidas, removendo água que poderia de outra forma ser retida e eventualmente infiltrada em estruturas apropriadas, fortalecendo a realização dos serviços ecossistêmicos que poderiam ser realizados mesmo em grandes núcleos urbanos como São Paulo. E neste enfoque que ofereceremos a palestra “Técnicas naturalísticas de drenagem urbana”, parte integrante do seminário realizado pela divisão de Saneamento da FIESP, nesta próxima terça a partir das 8:30, juntamente aos grandes Mestres Luiz Orsini, Renato Zuccolo, e Stela Goldenstein (Associação Águas Claras do Rio Pinheiros).

A entrada é gratuita!

Mais informações disponíveis em http://www.fiesp.com.br/agenda/workshop-de-infraestrutura-saneamento-drenagem-urbana-como-desafogar-as-cidades/

O arquivo da apresentação está disponível para download em http://bit.ly/1TvhIGH

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Palestra na FEC-UNICAMP (Faculdade de Engenharia Civil): Novas possibilidades para o tratamento de esgoto

O evento será realizado no dia 16 de novembro das 14:00 às 17:00 no Auditório da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo- FEC – na Unicamp.
O Seminário promoverá o debate sobre a realidade do tratamento descentralizado de esgoto em zonas rurais no Brasil e algumas alternativas para o tratamento de esgoto baseadas na Permacultura e fitodepuração.
O evento contará com três palestras seguidas de um debate mediado pelo Professor Adriano Luiz Tonetti, da FEC.

 

Vagas limitadas!

Para mais informações acesse o Facebook da FEC:
https://www.facebook.com/ppgfec/?fref=ts

Para fazer sua inscrição acesse:
https://docs.google.com/forms/d/1g6ONK8sZyG5RW51o4_71rkV2yyo8LJppDVgGGyvV9mI/viewform?c=0&w=1

Para maiores informações sobre a localização do Auditório da FEC acesse:
http://www.fec.unicamp.br/itf/index_1.php?pg=44.php&secaoGeral=2

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Debate sobre a Crise da Água, e as soluções criativas oferecidas pela Permacultura, do micro ao macro

Amig@s, na próxima terça acontece um debate aberto mediado pelo jornalista Luiz Nassif na Casa da Cidade, em que eu e Marussia Whately, coordenadora da Aliança pela Água, faremos uma exposição conjunta da situação, dos desafios, dos problemas, das obras em andamento e previstas pelo governo do estado, e outros caminhos possíveis para vivermos uma vida digna com segurança hídrica na macrometrópole paulista. Do micro ao macro, da residência às estratégias urbanas, que caminhos a permacultura, como ciência de design ecológico, oferece para criarmos uma relação saudável e positiva com as nossas águas. Recomendo!

Este evento é um encontro de uma série de três promovido pelo coletivo PermaSampa em conjunto à Aliança pela Água e Casa da Cidade, para oferecer um olhar criativo e proativo sobre a Crise. Damos com esse mais um passo importante para a disseminação de boas práticas, saude, qualidade de vida e segurança hídrica. Junte-se a nós!

Um grande abraço,

Guilherme Castagna

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Série de cursos inspiradores sobre a Água – Junho & Julho em São Paulo

A crise de abastecimento de água que todo o Sudeste do país vive de maneira intensa vem abrindo espaço para reflexões profundas sobre sua origem, e estimulando o desenvolvimento de uma nova consciência, prática, de convivência harmoniosa com a Água. Como parte deste movimento temos a feliz oportunidade de presenciar a realização de uma série de cursos que trazem um olhar sutil, que busca compreender a natureza essencial da água para a partir dai desenvolver formas ainda mais inovadoras e profundas de colaboração com este que é o elemento essencial da Vida neste planeta. À Água, e aos novos e ancestrais cuidadores do liquido primordial, em especial o originador desse olhar – Viktor Schauberger – nossa profunda reverência!

O Curso do Rio trás ao Brasil o pioneiro Paul van Dijk, em 4 cursos inéditos em que vai compartilhar conosco mais de 40 anos de experiência na aplicação do Pensamento Orgânico aos mais variados contextos da vida prática.

Paul é responsável por diversos projetos de tratamento de águas em escala industrial utilizando Flowforms – um método inspirado na natureza da água, que restabelece sua vitalidade e permite tratar com alta qualidade grandes quantidades de água a custos baixos. Paul é discípulo direto de John Wilkes, autor do livro Flowforms, trazido ao Brasil pela Editora Senac.

Botânica, escultura, performance e aprendizagem também são expressões da paixão de Paul pelo tema da Metamorfose, do Movimento e da Forma, um explorador e professor dedicado da Ciência Goethenística, que domina como poucos sua aplicação no Universo da Água!

Serão 4 cursos oferecidos entre São Paulo e Ilhabela (SP):

22 de Junho – Água: equilíbrio dinâmico entre polaridades, Espaço Cultural Rudolf Steiner, São Paulo (PDF)

24 de Junho – Um Novo Olhar para Plantas, Espaço Cultural Rudolf Steiner, São Paulo (PDF)

26, 27 e 28 de Junho – Pense como Natureza, Espaço Cultural Rudolf Steiner, São Paulo (PDF)

3, 4 e 5 de Julho – A Natureza Rítmica da Água, Fazenda Retiro Ilhabela/SP (PDF)

Uma oportunidade única de mergulhar em novos conhecimentos! Viu os PDF’s e quer saber mais? Confira o site do Curso do Rio!

Participe, e ajude a divulgar, colaborando para trazer este conhecimento de forma prática às nossas vidas e às nossas cidades!

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Conteudo da palestra no Seminario Nacional de Arquitetura Paisagistica

A apresentacao do Seminario ja esta disponivel para download na integra no link http://pt.slideshare.net/guicastagna/seminario-nacional-arquitetura-paisagistica-em-tempos-de-crise. Caso identifique a fonte de uma imagem nao referenciada, peco a gentileza de me informar para que eu ajuste os devidos creditos.

A apresentacao esta disponivel em formato powerpoint com comentarios no corpo da apresentacao, faca bom uso! E use as imagens a vontade, sempre fazendo referencia as diversas fontes mencionadas.

Bons estudos!

Guilherme Castagna

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Palestra no Seminário Nacional de Arquitetura Paisagística – 27/Abr

Como projetar paisagens que acolham e integrem a água de maneira funcional em seus projetos? Como escolher plantas apropriadas para baixa disponibilidade de água? Como projetar áreas verdes considerando as possibilidades de incorporar água de reuso? Essas são algumas questões abordadadas no Seminário Nacional: Arquitetura Paisagística em tempos de crise hídrica, no qual teremos o prazer de oferecer uma palestra focada na incorporação dos conceitos da dita “Infraestrutura Verde”, ou por assim dizer, dos serviços ecossistêmicos oferecidos pela natureza inseridos num contexto de planejamento urbano em que o manejo apropriado de água passa a ser incorporado como elemento fundamental para a criação de cidades mais resilientes. Bom assunto para um, ou mais dedos de prosa!

Mais informações em http://www.abap.org.br

Saudações!

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Palestra Água, Cidade e Permacultura: Do colapso à resiliência (01/Abr – 12hs)

Na Faculdade de Medicina da USP, à Avenida Doutor Arnaldo, 455 – metrô Clínicas, São Paulo.

Dia 01/Abr, às 12hs, no anfiteatro da Patologia.

Que desafios enfrentamos adiante com o cenário de escassez e crescente contaminação de água na cidade? Como lidar com o surgimento de bactérias resistentes a antibióticos, com a presença de hormonios, farmacos e drogas diversas na água de abastecimento? Uma oportunidade para refletir sobre o colapso do sistema de abastecimento da cidade, e sobre os caminhos para saída rumo a resiliência urbana. Venha! Compartilhe e ajude a divulgar!

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Fluxus apresenta projeto de manejo integrado de águas pluviais do Estádio de Brasília na 5ª Green Building Brasil (Green Building Int’l Conference and Expo 2014)

O Green Building Brasil é o maior encontro sobre construção sustentável realizado no país, sob os cuidados do Green Building Council (GBC) Brasil. Neste ano o evento está sendo  organizado em conjunto com o GBC Internacional, recebendo o Green Building International Conference and Expo, com as novidades mundiais do setor, bem como a visita de palestrantes de renome internacional.

Tendo sido convidado previamente para exposição na Expo GBC 2012, com a palestra “Design para Abundância – Design Ecológico aplicado ao manejo de água no ambiente construído”, Guilherme Castagna, diretor executivo da Fluxus, apresentará o projeto de manejo integrado de águas pluviais do Estádio Nacional de Brasília, em parceria com o arquiteto paisagista Benedito Abbud, com o tema “Arquitetura paisagística sustentável e manejo de águas pluviais no Estádio Nacional de Brasília”, no dia 07/Ago, às 9:30, no salão amarelo.

O empreendimento

O Estádio Nacional Mané Garrincha (ou Estádio Nacional de Brasília), impressiona pelas dimensões: com uma área construída de 218,8 mil m² e capacidade para 70 mil torcedores, é considerado o segundo maior estádio do Brasil. Com projeto de arquitetura assinado por Castro Mello Arquitetura Esportiva e arquitetura paisagística por Benedito Abbud, a construção traz uma solução inovadora no que compete ao manejo de água da chuva. A cobertura com área de 65 mil m² e o entorno do empreendimento com mais de 600 mil m² foram projetados para a retenção, infiltração, e melhoria da qualidade da água de escoamento superficial.

Essa estrategia de trabalho possui uma serie de nomenclaturas, como SUDS (Sistemas Urbanos de Drenagem Sustentavel), WSUD (Design Urbano Sensivel a Agua – Water Sensitive Urban Design), LID (Desenvolvimento de Baixo Impacto – Low Impact Development), Stormwater BMP’s (Boas Práticas na Gestão de Água de Chuva) e essencialmente busca ‘rehidratar’ a paisagem, principalmente urbana, em que o aumento indiscriminado das áreas impermeabilizadas impede a permanência da água no ambiente, causando enchentes nos fundos de vale, poluição de rios e córregos, redução da umidade do ar, ilhas de calor, e outros graves impactos à qualidade de vida.

Benedito Abbud e a equipe Fluxus Design Ecológico, elaboraram uma solução que integra elementos tais como biovaletas, lagos, wetlands e jardins de chuva ao desenho paisagístico. “Está prevista também a pavimentação com pisos drenantes, o que mantém grande porcentagem da permeabilidade natural do solo para receber as águas pluviais”, destaca Abbud que, no Brasil, estimulou de forma pioneira o desenvolvimento dessa tipologia de piso.

A melhoria da qualidade de água de escoamento é tão grande que possibilitou o aproveitamento da água nos usos não-potáveis do estádio, complementando os volumes retidos internamente pela cobertura, alcançando 100% do abastecimento nos vasos sanitários, mictórios, irrigação do campo, abastecimento de espelhos d’agua, e limpeza de áreas comuns, em um volume estimado de 16 milhões de litros por ano.

Ambientes de estar e convívio junto à natureza abertos ao uso público com acessibilidade universal, equipamentos urbanos para lazer e práticas de esportes, calçamento e a construção de um museu a céu aberto sobre a história do futebol para valorizar questões sociais e culturais brasileiras também fazem parte do projeto.

Flora nativa e materiais ecológicos

A necessidade de redução no consumo de água direcionou a escolha das espécies do paisagismo. Nativas do cerrado, árvores como Copaíba, Buriti, Aroeira e Embiruçu têm como vantagem o consumo reduzido de água para irrigação e manutenção. “A arborização e materiais, como os pisos drenantes, contribuem para a devolução de área verde e permeável para a cidade, considerando que o local, anteriormente, abrigava apenas um grande estacionamento asfaltado”, ressalta Benedito Abbud.

Em harmonia com o ambiente e atrativas a pássaros, as árvores frutíferas também estarão presentes. Nesse caso, a opção foi pelas nativas produtoras de frutos como o jatobá do cerrado, o jamelão e o pequi, bastante popular na cozinha goiana. Ao todo, serão plantadas 6.500 árvores e palmeiras. Curiosidade: de um total de 12 espécies de árvores nativas do cerrado tombadas como Patrimônio Ecológico do Distrito Federal, nove serão integradas ao projeto.

Imagens do Estádio Nacional de Brasília: https://www.flickr.com/photos/pitangacomunicacao/sets/72157645804008223/

Matéria de capa da Revista Infraestrutura Urbana sobre o projeto de manejo de águas pluviais (Abr/2014)

http://pt.slideshare.net/guicastagna/revista-infraestrutura-mar2014-manejo-integrado-de-guas-pluviais-do-estdio-nacional-de-braslia

Serviço

Palestra Benedito Abbud e Guilherme Castagna – “Arquitetura paisagística sustentável e manejo de águas pluviais no Estádio Nacional de Brasília”

Data: 07 de agosto de 2014

Horário: 09h40

Evento: Conferência Internacional 5ª GreenBuilding Brasil

Local: Transamérica Expo Center

Saiba mais:

Benedito Abbud Arquitetura Paisagística – www.beneditoabbud.com.br

Fluxus Design Ecológico – http://fluxus.eco.br

GBC Brasil – www.gbcbrasil.org.br

Mais informações

Assessoria de imprensa Benedito Abbud

Atendimento: Milka Veríssimo – (11) 2369-4445 / 9 5761-2703 – contato1@pitanganews.com

Fluxus Design Ecológico

Guilherme Castagna – (11) 9 8316-2647 – fluxus@designecologico.net

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Mostra Rios e Ruas, e o despertar de Sampa para seus rios

Você sabia que SP tem mais de 3.000km de rios escondidos abaixo do asfalto? Se este número te soa estranho venha se surpreender com os fatos, fotos, e todo conteúdo explorado pela Mostra Rios e Ruas, que acontece na Praça Victor Civita até o dia 31/Julho, e que conta hoje com uma oficina tocada pela iniciativa Rios e Ruas, junto à programação do Planeta no Parque 2014.

A iniciativa coordenada pelos queridos José Bueno e Luiz de Campos Jr, inspiradora da Mostra de mesmo nome, leva as pessoas a conhecerem nascentes e rios da cidade, resgatando a história e os motivos que a levaram a esconder seus rios e córregos, mostrando os enormes impactos negativos dessa escolha, e discutindo os caminhos possíveis para trazer os rios novamente à tona. As oficinas acontecem a pé ou de bicicleta, percorrendo os caminhos das nascentes à foz, traduzindo os sinais da presença da água na paisagem urbana aos olhares destreinados: taiobas, lírios e figueiras mostrando a presença invisível da água em praças e áreas verdes, nascentes de água límpida brotando em meio ao concreto, água bombeada do subsolo dos prédios na sarjeta das ruas, são apenas alguns sinais. Alem das expedições, a Mostra Cultural expõe conteúdo instigante em infográficos, fotos e textos expostos em painéis na Praça, além de trabalhos com a visão singular de artistas sobre a cidade e sua relação com a água, do grafite do Zezão, às instalações de Eduardo Srur, e desenhos, pinturas e ilustrações de Danilo Zamboni, Paulo Von Poser e Carla Caffé.

A Mostra sensibiliza, pela consciência e pelos sentidos, para a adoção de uma nova forma de se relacionar com a Água nas cidades, o mote que move a Fluxus desde sua criação. É uma alegria e uma honra fazer parte deste movimento, de pessoas e instituições dedicadas e apaixonadas pela causa, gente que faz! Confiram e atentem aos novos passos da Mostra, vem coisa boa por ai!

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